{"id":8,"date":"2025-05-04T05:30:11","date_gmt":"2025-05-04T05:30:11","guid":{"rendered":"https:\/\/aprecisa.com\/ga\/?p=8"},"modified":"2025-05-08T02:08:52","modified_gmt":"2025-05-08T02:08:52","slug":"1128-a-batalha-de-sao-mamede-e-a-milenar-forja-da-portugalidade-rumo-aos-900-anos-de-um-legado-inextinguivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprecisa.com\/ga\/2025\/05\/04\/1128-a-batalha-de-sao-mamede-e-a-milenar-forja-da-portugalidade-rumo-aos-900-anos-de-um-legado-inextinguivel\/","title":{"rendered":"1128: A Batalha de S\u00e3o Mamede e a Milenar Forja da Portugalidade &#8211; Rumo aos 900 Anos de um Legado Inextingu\u00edvel"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1019\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3-1019x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-11\" srcset=\"https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3-1019x1024.png 1019w, https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3-300x300.png 300w, https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3-150x150.png 150w, https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3-768x772.png 768w, https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250503-Batalha-de-Sao-Mamede-a-24-de-Junho-de-1128-em-Guimaraes-final3.png 1256w\" sizes=\"(max-width: 1019px) 100vw, 1019px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Figura N\u00ba 1: Vis\u00e3o art\u00edstica de Gaspar do Amaral sobre a Batalha de S\u00e3o Mamede <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/aprecisa.com\/ga\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20250405-Afonso-Henriques-o-alvorecer-de-Sao-Mamede-.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Audio N\u00ba 1: Audio art\u00edstico de Gaspar Amaral da Can\u00e7\u00e3o: Afonso Henriques, o Alvorecer de S\u00e3o Mamede<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o:<\/strong> Em 2028, Guimar\u00e3es, o ber\u00e7o da na\u00e7\u00e3o portuguesa, assinalar\u00e1 o nono centen\u00e1rio da Batalha de S\u00e3o Mamede. Longe de ser meramente um epis\u00f3dio b\u00e9lico, este evento seminal constituiu o pr\u00f3logo da identidade nacional, e \u00e9 sob uma lente hist\u00f3rica de longo prazo que o perspetivamos neste artigo de um apaixonado pela vida e obra de Afonso Henriques que \u00e9 o associado n\u00ba 23 da Gr\u00e3 Ordem Afonsiva. A interpreta\u00e7\u00e3o visual da Batalha por Gaspar do Amaral (Figura N\u00ba 1) e a resson\u00e2ncia po\u00e9tica da sua can\u00e7\u00e3o &#8220;Afonso Henriques, o Alvorecer de S\u00e3o Mamede&#8221; (\u00c1udio N\u00ba 1) ecoam a complexidade e as m\u00faltiplas facetas de processos hist\u00f3ricos que moldaram Portugal. Intitulado &#8220;1128: A Batalha de S\u00e3o Mamede e a Milenar Forja da Portugalidade &#8211; Rumo aos 900 Anos de um Legado Inextingu\u00edvel&#8221;, este estudo prop\u00f5e uma an\u00e1lise da funda\u00e7\u00e3o de Portugal, tendo este confronto vital como fulcro. Fundamentado numa revis\u00e3o de literatura detalhada e enriquecida por uma perspetiva hist\u00f3rica abrangente \u2013 que procura paralelos com a an\u00e1lise estrat\u00e9gica e a avalia\u00e7\u00e3o de legados a longo prazo inerentes \u00e0 minha experi\u00eancia militar e na engenharia \u2013, desvendam-se as camadas de significado hist\u00f3rico e cultural que culminaram na emerg\u00eancia de um reino singular e na expans\u00e3o da sua l\u00edngua e influ\u00eancia global. Revisitando a perspicaz observa\u00e7\u00e3o de Diogo Freitas do Amaral sobre o papel central do primeiro rei na nossa independ\u00eancia (2000, p. 2), este trabalho tamb\u00e9m se debru\u00e7a sobre a a\u00e7\u00e3o desse protagonista fundamental que \u00e9 o nosso primeiro portugu\u00eas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>S\u00e3o Mamede: O Ponto de Rutura na Longa Matura\u00e7\u00e3o da Identidade Portucalense<\/strong>. A historiografia consistentemente aponta a Batalha de S\u00e3o Mamede como o catalisador da independ\u00eancia portuguesa. Jos\u00e9 Mattoso, na sua &#8220;Hist\u00f3ria de Portugal&#8221; (2014), detalha o contexto de crescente autonomia do Condado Portucalense face ao Reino de Le\u00e3o, um processo que ganhou \u00edmpeto ao longo do s\u00e9culo XI. A atribui\u00e7\u00e3o do Condado a D. Henrique de Borgonha e o seu subsequente governo estabeleceram as premissas para uma identidade pol\u00edtica singular, impulsionada por uma nobreza local com interesses bem definidos e uma consci\u00eancia crescente de diferencia\u00e7\u00e3o cultural (Freire, 1999, p. 45: &#8220;A crescente autonomia dos condes portucalenses face ao poder leon\u00eas \u00e9 um tra\u00e7o distintivo do s\u00e9culo XI.&#8221;). A menoridade de Afonso Henriques e a reg\u00eancia de sua m\u00e3e, D. Teresa, cuja pol\u00edtica pendia para a Galiza, agudizaram as tens\u00f5es existentes. Como Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Saraiva pertinentemente assinala em &#8220;Hist\u00f3ria Concisa de Portugal&#8221; (2001, p. 37: &#8220;A batalha de S. Mamede&#8230; p\u00f4s termo \u00e0 influ\u00eancia galega e afirmou a autonomia do partido portucalense.&#8221;), o embate de 1128 extravasou a esfera de uma disputa familiar, configurando-se como um choque entre fa\u00e7\u00f5es com vis\u00f5es inconcili\u00e1veis sobre o futuro do territ\u00f3rio. A vit\u00f3ria do jovem Afonso, aos 19 anos, selou a afirma\u00e7\u00e3o da nobreza portucalense e a rejei\u00e7\u00e3o de uma inger\u00eancia externa que comprometia a sua autonomia nascente. Os versos de Gaspar do Amaral da can\u00e7\u00e3o, no Audio n\u00ba 1 \u2013 &#8220;De S\u00e3o Mamede, o grito ressoa, Afonso, o primeiro, a conquistar&#8221; \u2013 capturam a ess\u00eancia deste momento de inflex\u00e3o, onde a aud\u00e1cia de um l\u00edder jovem convergiu com as aspira\u00e7\u00f5es de um povo, num territ\u00f3rio, na procura da autodetermina\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Sob a perspetiva militar do autor deste artigo, a Batalha de S\u00e3o Mamede \u00e9 visualizada n\u00e3o apenas como um confronto, mas como o in\u00edcio de uma <strong>estrat\u00e9gica<\/strong>, onde a correta avalia\u00e7\u00e3o do terreno e das for\u00e7as em contenda se revelou importante para o sucesso. Tal como Carl von Clausewitz, na sua <em>Da Guerra<\/em>, enfatiza a import\u00e2ncia da compreens\u00e3o do teatro de opera\u00e7\u00f5es e do equil\u00edbrio de for\u00e7as para o sucesso militar, a an\u00e1lise de S\u00e3o Mamede revela como a avalia\u00e7\u00e3o precisa do terreno da Ataca, em Guimar\u00e3es e das for\u00e7as em disputa entre Afonso Henriques e as tropas de D. Teresa foi fundamental. Este aspeto ressoa com os ensinamentos de Sun Tzu, na <em>A Arte da Guerra<\/em>, que sublinha o conhecimento do inimigo e do terreno como pilares para evitar a derrota.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Da Batalha \u00e0 Consolida\u00e7\u00e3o do Reino: Guerra, Diplomacia e a Emerg\u00eancia da L\u00edngua<\/strong>: O per\u00edodo subsequente \u00e0 Batalha de S\u00e3o Mamede foi marcado por uma din\u00e2mica incessante de campanhas militares e intrincadas manobras diplom\u00e1ticas lideradas por D. Afonso Henriques. A Reconquista Crist\u00e3, processo secular que reconfigurou a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, tornou-se para o jovem l\u00edder n\u00e3o s\u00f3 um movimento de liberta\u00e7\u00e3o, onde a vida e a morte se visualizava na f\u00e9 dos contendores, mas tamb\u00e9m um instrumento estrat\u00e9gico de expans\u00e3o territorial e consolida\u00e7\u00e3o da sua vontade de poder nascer a liberdade de ser. As conquistas de cidades como Santar\u00e9m e Lisboa em 1147, com a significativa participa\u00e7\u00e3o de cruzados, n\u00e3o s\u00f3 expandiram as fronteiras do Condado, como tamb\u00e9m fortaleceram a sua legitimidade e proje\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio ib\u00e9rico (Riley-Smith, 1987, p. 78: &#8220;The participation of crusaders in the Iberian Peninsula&#8230; was a significant factor in the Christian victories.&#8221;). Em paralelo \u00e0 guerra, a diplomacia revelou-se um vetor fundamental. A letra da m\u00fasica do autor, no Audio N\u00ba 1 \u2013 &#8220;Da Batalha de 24 de Junho \u00e0 escrita, um dom singular&#8221; \u2013 evoca esta transi\u00e7\u00e3o da luta armada para a afirma\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de instrumentos formais e reconhecimentos internacionais.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9 neste intrincado contexto que a emerg\u00eancia da l\u00edngua portuguesa como um elemento distintivo adquire relev\u00e2ncia primordial. Derivada do galaico-portugu\u00eas, a l\u00edngua vern\u00e1cula come\u00e7ou a afirmar-se como um tra\u00e7o identit\u00e1rio do Condado Portucalense, demarcando-o dos seus vizinhos galegos e leoneses. Os primeiros documentos escritos em portugu\u00eas, datados deste per\u00edodo, testemunham a consolida\u00e7\u00e3o de uma express\u00e3o lingu\u00edstica pr\u00f3pria, um &#8220;rio, a saga a correr&#8221;, na po\u00e9tica descri\u00e7\u00e3o de Gaspar do Amaral na can\u00e7\u00e3o referida. A l\u00edngua, portanto, transcendeu a sua fun\u00e7\u00e3o comunicativa, erigindo-se como um pilar fundamental na constru\u00e7\u00e3o da identidade nacional, um legado que se propagaria pelos s\u00e9culos vindouros, como esta nova can\u00e7\u00e3o justamente celebra ao evocar &#8220;Luanda e Maputo, a hist\u00f3ria a contar, Bras\u00edlia e D\u00edli, em luz a brilhar&#8221;.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O Legado Milenar: De Guimar\u00e3es ao Mundo Lus\u00f3fono<\/strong>. Com uma vis\u00e3o milenar, a trajet\u00f3ria iniciada na Batalha de S\u00e3o Mamede (1128) culmina numa di\u00e1spora cultural e lingu\u00edstica de propor\u00e7\u00f5es globais. O pequeno condado que ousou desafiar a ordem estabelecida metamorfoseou-se num reino pioneiro na expans\u00e3o mar\u00edtima, disseminando a sua l\u00edngua, a sua cultura e a sua f\u00e9 por recantos long\u00ednquos do planeta. Os versos da can\u00e7\u00e3o do autor, no Audio N\u00ba1, que aludem a &#8220;Timor-Leste \u00e0 Guin\u00e9&#8221; e \u00e0 &#8220;CPLP, em coro, se erguer&#8221; evidenciam a resili\u00eancia e a vitalidade deste legado. A figura de D. Afonso Henriques, como canta o Audio N\u00ba1 do Autor, o &#8220;fundador, a l\u00edngua portuguesa a guiar&#8221;, transcende a sua exist\u00eancia terrena para personificar o esp\u00edrito de um povo resiliente e empreendedor que al\u00e9m de criar um estado medieval gerou tamb\u00e9m uma na\u00e7\u00e3o que \u00e9 portuguesa. A celebra\u00e7\u00e3o dos 900 anos da Batalha de S\u00e3o Mamede em Guimar\u00e3es, a primeira capital portuguesa, n\u00e3o se resume a uma efem\u00e9ride hist\u00f3rica; constitui uma oportunidade \u00edmpar para refletir sobre a longa e sinuosa jornada que fez Portugal. \u00c9 um momento para reconhecer o papel vital (de vida ou de morte) daquele 24 de junho de 1128 como um ponto de inflex\u00e3o, o <em>primeiro momento em que se verteu sangue por Portugal<\/em>, onde a semente da independ\u00eancia foi plantada e nutrida pela vis\u00e3o e pela perseveran\u00e7a de um rei que, embora ainda n\u00e3o coroado, j\u00e1 o era em esp\u00edrito e continua a s\u00ea-lo na nossa mem\u00f3ria coletiva. Tal como a can\u00e7\u00e3o conclui, &#8220;Afonso Henriques, o teu nome a ecoar, Em cada capital, a for\u00e7a que se lembra\u2026 O teu legado, em n\u00f3s, a perdurar&#8221;. Este legado, forjado em Guimar\u00e3es h\u00e1 quase novecentos anos, no &#8220;&#8221; fulgor, a arder &#8221; continua a ressoar no cora\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo, unidas pela l\u00edngua portuguesa e por uma hist\u00f3ria comum que as fascina e que teve em S\u00e3o Mamede o seu primeiro e decisivo acontecimento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A celebra\u00e7\u00e3o dos 900 anos da Batalha de S\u00e3o Mamede em Guimar\u00e3es<\/strong>, a primeira capital Portuguesa, n\u00e3o \u00e9 apenas uma efem\u00e9ride hist\u00f3rica; \u00e9 uma oportunidade para refletir sobre a longa e sinuosa jornada que fez Portugal. \u00c9 um momento para reconhecer o papel vital daquele 24 de junho de 1128 como um ponto de inflex\u00e3o, onde foi o primeiro momento que se morre por Portugal, onde a semente da independ\u00eancia foi plantada e regada pela vis\u00e3o e pela perseveran\u00e7a de um rei, que n\u00e3o sendo j\u00e1 era e continua a ser. Como a can\u00e7\u00e3o conclui, &#8220;Afonso Henriques, o teu nome a ecoar, Em cada capital, a for\u00e7a que se lembra\u2026 O teu legado, em n\u00f3s, a perdurar&#8221;. Este legado, forjado em Guimar\u00e3es h\u00e1 quase novecentos anos, continua a ecoar no cora\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo, unidas pela l\u00edngua portuguesa e por uma hist\u00f3ria comum que teve em S\u00e3o Mamede o seu primeiro e decisivo acontecer.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Conclus\u00e3o: O Eco Perene de S\u00e3o Mamede<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ao analisar a g\u00e9nese da na\u00e7\u00e3o portuguesa atrav\u00e9s da lente da Batalha de S\u00e3o Mamede, e permitindo a interpreta\u00e7\u00e3o visual do autor da Batalha (Figura N\u00ba 1), e que a sensibilidade art\u00edstica da can\u00e7\u00e3o &#8220;Afonso Henriques, o Alvorecer de S\u00e3o Mamede&#8221; (Audio N\u00ba 1), tenta-se a emergente compreens\u00e3o mais profunda da natureza fundacional deste momento.<\/li>\n\n\n\n<li>Longe de resumir-se a um mero confronto militar, a Batalha de S\u00e3o Mamede emergiu como um crisol. Ali, a veemente aspira\u00e7\u00e3o por autonomia fundiu-se com o sacrif\u00edcio de sangue, consequ\u00eancia do confronto em combate, forjando os primeiros e indel\u00e9veis la\u00e7os de uma identidade coletiva que definiria um povo. Este evento primordial ecoa, nos nossos tempos contempor\u00e2neos, o princ\u00edpio fundamental da autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos, encontrando em si um exemplo inaugural de movimento de liberta\u00e7\u00e3o, com os seus primeiros combatentes.<\/li>\n\n\n\n<li>As obras de historiadores como Mattoso, Saraiva, Freire, Fernandes e Riley-Smith, referenciadas ao longo desta an\u00e1lise, iluminam a complexidade pol\u00edtica e social da \u00e9poca, contextualizando a a\u00e7\u00e3o de D. Afonso Henriques e a emerg\u00eancia do Condado Portucalense como entidade distinta. A contribui\u00e7\u00e3o do autor, tanto visual quanto musical, procura oferecer uma resson\u00e2ncia emocional e intuitiva a esse per\u00edodo vital, ecoando a &#8220;primeira tarde portuguesa&#8221; de um territ\u00f3rio que passou a ser o Reino dos que ansiavam por trilhar o seu pr\u00f3prio caminho.<\/li>\n\n\n\n<li>A celebra\u00e7\u00e3o iminente dos novecentos anos da Batalha de S\u00e3o Mamede em Guimar\u00e3es convida-nos, portanto, a uma reflex\u00e3o que transcende a mera efem\u00e9ride. \u00c9 um convite a reconhecer as origens, o esfor\u00e7o cont\u00ednuo na constru\u00e7\u00e3o de uma identidade e a persist\u00eancia de um legado, que nascido num confronto, floresceu atrav\u00e9s da cultura, da l\u00edngua e da resili\u00eancia de um povo. Assim, a mem\u00f3ria da Batalha de S\u00e3o Mamede, a 24 de Junho de 1128, perdura como um farol, recordando que a edifica\u00e7\u00e3o de qualquer grande na\u00e7\u00e3o repousa na coragem individual e no fervor de um ideal coletivo.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Refer\u00eancias:<\/strong>  \n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ardant du Picq, Charles. <em>Estudos sobre o Combate<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de T. N. Dupuy. <\/li>\n\n\n\n<li>The Military Service Publishing Company, 1946. Clausewitz, Carl von. <em>Da Guerra<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Teresa. Editorial Labor, 1998. <\/li>\n\n\n\n<li>Fernandes, Isabel Cristina. <em>D. Afonso Henriques<\/em>. C\u00edrculo de Leitores, 1990. Freire, Ant\u00f3nio. <em>Hist\u00f3ria de Portugal<\/em>. Edi\u00e7\u00f5es 70, 1999. <\/li>\n\n\n\n<li>Freitas do Amaral, Diogo. <em>D. Afonso Henriques: Biografia<\/em>. Bertrand Editora, 2000. <\/li>\n\n\n\n<li>Jomini, Antoine-Henri. <em>Comp\u00eandio da Arte da Guerra<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de John Muller. Greenwood Press, 1971. <\/li>\n\n\n\n<li>Keegan, John. <em>O Rosto da Batalha<\/em>. Editora Companhia das Letras, 1991. Liddell Hart, B. H. <em>Estrat\u00e9gia<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de \u00c1lvaro Cabral. Editora IBRASA, 2007. Mattoso, Jos\u00e9 (Dir.). <em>Hist\u00f3ria de Portugal<\/em> (Vol. 1). C\u00edrculo de Leitores, 2014. <\/li>\n\n\n\n<li>Riley-Smith, Jonathan. <em>The First Crusade and the Idea of Crusading<\/em>. University of Pennsylvania Press, 1987. <\/li>\n\n\n\n<li>Saraiva, Ant\u00f3nio Jos\u00e9. <em>Hist\u00f3ria Concisa de Portugal<\/em>. Publica\u00e7\u00f5es Europa-Am\u00e9rica, 2001. <\/li>\n\n\n\n<li>Sun Tzu. <em>A Arte da Guerra<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Sun Tzu. Editora Martin Claret, 2007. <\/li>\n\n\n\n<li>Van Creveld, Martin. <em>Suprindo a Guerra: Log\u00edstica de Wallenstein a Patton<\/em>. Tradu\u00e7\u00e3o de Maria Beatriz Medina. Editora Bertrand Brasil, 1993.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>M\u00fasica Citada:<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Amaral, Gaspar<strong> <\/strong>do. (23.03.2025). <em>Afonso Henriques<\/em>, o Alvorecer de S\u00e3o Mamede (Interpreta\u00e7\u00e3o, Letra e Composi\u00e7\u00e3o), ver em <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=l0zJ8V5J4lw\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=l0zJ8V5J4lw<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Figura Citada:<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Amaral, Gaspar do. (02.05.2025). <em>Interpreta\u00e7\u00e3o visual da Batalha de S\u00e3o Mamede<\/em>. Ilustra\u00e7\u00e3o digital com arte conceitual que representa uma batalha medieval. (Referenciado como Figura N\u00ba 1 no texto).<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Figura N\u00ba 1: Vis\u00e3o art\u00edstica de Gaspar do Amaral sobre a Batalha de S\u00e3o Mamede Audio N\u00ba 1: Audio art\u00edstico de Gaspar Amaral da Can\u00e7\u00e3o: Afonso Henriques, o Alvorecer de S\u00e3o Mamede<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"saved_in_kubio":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[17,6,16,15,11,19,5,18,14,9,10,7,12,8,13],"class_list":["post-8","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-batalha-de-sao-mamede","tag-17","tag-afonso-i-de-portugal","tag-batalha-de-sao-mamede","tag-coimbra","tag-condado-portucalense","tag-conflito-sucessorio","tag-d-afonso-henriques","tag-d-teresa","tag-guimaraes","tag-historia-de-portugal","tag-independencia-de-portugal","tag-primeiro-rei-de-portugal","tag-reconquista","tag-reino-de-portugal","tag-seculo-xii"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - 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